A edição de abril da Revista da Acim, da Associação Comercial e Empresarial de Maringá, traz reportagem sobre os escritores maringaenses, na qual eles próprios falam a respeito do sonho comum em escrever um best seller e viver apenas do rendimento da venda de seus livros. Outro assunto abordado é o avanços dos e-books no mercado editorial após o lançamento do Kindle e do iPad para o consumidor brasileiro. Citado naquela revista, o jornalista Dirceu Herrero, autor de “O sonho se faz Acim”, é o entrevistado desta semana em Mais1Livro.com

O que é necessário para se tornar um escritor?

Não adianta o sujeito achar que sabe escrever e se esconder atrás desse ‘achômetro’. É preciso ir à luta, bater na porta de grandes editoras, participar de concursos literários, feiras de livros, se infiltrar no meio”.

Como você avalia a Lei Rouanet de incentivo à cultura, é válida para escritores?

Considero essa lei bastante válida e sei de escritores que viabilizaram obras através dela. É preciso ser persistente para utilizá-la na prática. Os empecilhos são muitos para que o empresário a utilize.

Estás trabalhando em alguma obra atualmente?

Estou editando uma revista contando os 40 anos de história da UEM, em parceria com O Diário; e transformando um projeto de meio ambiente, chamado “Ação Ambiental: jovem antenado, ambiente preservado”, em livro. Estou com um livro pronto desde 2003 e quero lançá-lo ainda este ano. O título é “A Felicidade não guarda segredos”. São crônicas do dia a dia.

Você já escreveu livros regatando a história de empresas da cidade. Destaca algum deles?

São dois livros [desse gênero]. O livro do Sicoob tem algo especial para mim, pois para quebrar o ritmo marcado pelos textos repletos de informação, transformei alguns fatos em crônicas, o que dá um pouco de leveza à leitura. E as crônicas entram na ordem cronológica, ajudando a entender melhor a história da instituição.


Como se dá o trabalho em livros desse gênero. É preciso se tornar um profundo conhecedor da empresa?

Se o autor não conhecer e entender a história da empresa, ele não transmitirá a realidade dos fatos para os leitores. Nos dois casos, no livro da ACIM e do Sicoob, eu conhecia bem as duas instituições, pois já trabalhava há mais de dez anos na associação e acompanhei a criação da cooperativa.

A edição de abril da Revista da Acim, da Associação Comercial e Empresarial de Maringá, traz reportagem sobre os escritores maringaenses, na qual eles próprios falam a respeito do sonho comum em escrever um best seller e viver apenas do rendimento da venda de seus livros. Outro assunto abordado é o avanços dos e-books no mercado editorial após o lançamento do Kindle e do iPad para o consumidor brasileiro. Citado naquela revista, o jornalista Dirceu Herrero, autor de “O sonho se faz Acim”, é o entrevistado desta semana em Mais1Livro.com

O que é necessário para se tornar um escritor?

Não adianta o sujeito achar que sabe escrever e se esconder atrás desse ‘achômetro’. É preciso ir à luta, bater na porta de grandes editoras, participar de concursos literários, feiras de livros, se infiltrar no meio”.

Como você avalia a Lei Rouanet de incentivo à cultura, é válida para escritores?

Considero essa lei bastante válida e sei de escritores que viabilizaram obras através dela. É preciso ser persistente para utilizá-la na prática. Os empecilhos são muitos para que o empresário a utilize.

Estás trabalhando em alguma obra atualmente?

Estou editando uma revista contando os 40 anos de história da UEM, em parceria com O Diário; e transformando um projeto de meio ambiente, chamado “Ação Ambiental: jovem antenado, ambiente preservado”, em livro. Estou com um livro pronto desde 2003 e quero lançá-lo ainda este ano. O título é “A Felicidade não guarda segredos”. São crônicas do dia a dia.

Você já escreveu livros regatando a história de empresas da cidade. Destaca algum deles?

São dois livros [desse gênero]. O livro do Sicoob tem algo especial para mim, pois para quebrar o ritmo marcado pelos textos repletos de informação, transformei alguns fatos em crônicas, o que dá um pouco de leveza à leitura. E as crônicas entram na ordem cronológica, ajudando a entender melhor a história da instituição.

Como se dá o trabalho em livros desse gênero. É preciso se tornar um profundo conhecedor da empresa?

Se o autor não conhecer e entender a história da empresa, ele não transmitirá a realidade dos fatos para os leitores. Nos dois casos, no livro da ACIM e do Sicoob, eu conhecia bem as duas instituições, pois já trabalhava há mais de dez anos na associação e acompanhei a criação da cooperativa.

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